icone-joelho.png

JOELHO >>> DOENÇAS DEGENERATIVAS

icone-quadril.png

QUADRIL >>> DOENÇAS DEGENERATIVAS

 
 

ARTROSE NO QUADRIL

ARTROSE DO QUADRIL.jpg

A artrose significa o processo degenerativo das cartilagens de uma ou diferentes regiões do nosso corpo e pode atingir o nosso quadril.

Trata-se de uma doença articular crônica, degenerativa a inflamatória que provoca dor devido ao atrito entre os ossos.
A artrose de quadril atinge cerca de 5% da população brasileira, de acordo com uma pesquisa do Vigitel.


Entre os primeiros sinais de alerta para buscar um especialista está a dor na virilha que pode irradiar até o joelho, pela parte interna da coxa.


Em pacientes jovens, a artrose de quadril pode ocorrer devido a impactos de alta energia, complicações geradas por infecções, perda da circulação na cabeça do fêmur ou devido à doenças autoimunes.


O tratamento da artrose de quadril é individualizado, pois varia de acordo com o grau da doença e as perspectivas do paciente, mas pode ser tanto um tratamento clínico quanto cirúrgico.

 

OSTEONECROSE NO QUADRIL

OSTEONECROSE DO QUADRIL .png

A Osteonecrose de Quadril é uma doença que se caracteriza pela falta morte celular (infarto) na cabeça do fêmur, ocorre devido a falta de circulação sanguínea ou algum fator que afete as células da região. 


Após esse quadro, o osso subcondral perde a capacidade de sustentar a cartilagem do quadril e o peso do corpo, o que leva ao quadro de artrose. 


Entre os principais fatores de risco para a doença estão o alcoolismo e corticóide, mas alguns pacientes apresentam a doença sem nenhuma causa aparente.

 

Alterações sanguíneas, fraturas do quadril, medicamentos como quimioterápicos e anti-retrovirais também podem levar à osteonecrose de quadril.


Para o diagnóstico é necessário analisar a história clínica do paciente, com exame físico associado a exames de imagem. 

 

Tratamento
 

Casos iniciais: é indicado o tratamento conservador, com uso de medicamentos, analgesia e restrição parcial de carga, além de controlar o fator de risco que pode ter levado a doença. Em casos de dores intensas e agudas, sem deformidade, pode ser realizada a descompressão percutânea da área de necrose. 


Casos crônicos: a descompressão também é uma alternativa, associada a terapias para estimular a regeneração óssea e enxerto com células da medula e evitar colapsos e deformidades na cabeça do fêmur. 
 
Casos avançados: quando o paciente já apresenta artrose no quadril, colapso ou deformidade da cabeça do fêmur, o tratamento é cirúrgico, com a artroplastia total do quadril. O procedimento visa reduzir os sintomas e melhorar a mobilidade do paciente.